Bem-vindos a análise do novo Tomb Raider, o reboot da franquia desenvolvido pela Crystal Dynamics. Será que ele fez jus ao seu nome? É o que veremos!
Normalmente, uma equipe de desenvolvimento de games tem de provar que é capaz de fazer um bom trabalho, mas o que acontece é, que a Crystal Dynamics não entra nesse quesito propriamente dito. Esse é o 5º Tomb Raider da desenvolvedora, desde que pegou os direitos do game em 2006, e de lá para cá já fez ótimos games da franquia, e que acaba não precisando de muitas introduções.
Acontece que Tomb Raider em si precisava de uma nova cara, e esse foi foco principal da Crystal Dinamycs para renascimento a franquia. E o centro dessa mudança é justamente o “renascimento” de Lara Croft.
A “nova” Lara pega algumas de suas características da antiga, exceto por ela ser mais humana e frágil agora, tanto que isso foi o ponto central da campanha de marketing do game. E não é para menos, ela passa por momentos brutais ao longo da campanha que muitos “homens” por aí sequer suportariam. A desenvolvedora focou nessa fragilidade de Lara e mostrou que ela é só mais uma humana, igual a todos nós, tanto em questão de machucados físicos quanto emocionais, diferente do que acontecia nos games antigos, onde ela estava mais para um James Bond em 007.
É claro que como consequência dessa mudança “humanitária”, temos também em sua aparência, sendo agora simplesmente uma mulher nova e atrativa, ao invés de parecer mais uma fantasia de desenho animado, como era em suas versões antigas.